Viva o Matriarcado 

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Neste curso vamos repensar alguns valores enraizados na sociedade em que vivemos, questionando o que é ser mulher nos dias de hoje e nos reconectando com saberes femininos ancestrais, numa abordagem que pode ser adaptada e vivenciada por todas as mulheres.

Viva

 

“Viva” foi uma palavra escolhida para compor o título desse curso por seu múltiplo significado:

“Viva” no sentido de vivência, prática, imersão, experiência, conhecimento adquirido.

 

“Viva” no sentido de comemoração, de felicitação, de exaltação, expressão de interjeição de conquista, de realização, de alegria.

 

“Viva” de vida, de quem está viva, de quem existe, ocupa espaço, se mostra, de tudo que está pulsando, vibrando, transformando continuamente a si mesmo e os seres ao seu redor.

 

Ou seja, Viva - uma vivência de celebração da vida.

Matriarcado

 

"Matriarcado” denomina uma cultura, civilização e sociedade regidas e lideradas por mulheres, pelo saber feminino, em conexão com a natureza e com a grande Deusa.

Neste curso a palavra Matriarcado é colocada como uma forma de reflexão e oposição ao Patriarcado, ou seja, à sociedade e forma de vida atuais, em que há a dominação do masculino sobre o feminino, o controle sobre os corpos e direitos reprodutivos da mulher e sua exclusão da organização do espaço público, das decisões de poder e política.

Nesse sentido, iremos tanto debater o que é ser mulher na cultura ocidental patriarcal, conversando sobre a construção de valores sociais, papel de gênero, maternidade e interseccionalidade.

 

Como também faremos um resgate de saberes femininos ancestrais, da conexão com a natureza cíclica dos nossos corpos de mulher, das fases lunares, da energia feminina, das Deusas e seus arquétipos como forma de autoconhecimento.

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Porque: Saberes Femininos Ancestrais para Mulheres Modernas?

 

Se por um lado muitas mulheres ainda desconhecem completamente o poder de se conectarem com seus corpos cíclicos e saberes ancestrais femininos, por outro lado muitas mulheres acham que esse assunto é muito “místico”, “alternativo”, “radical”, e que é muito distante de suas realidades, possibilidades e formas de vida moderna.

 

Se por um lado diversas mulheres vivem suas vidas sem muitos questionamentos e incômodos, cumprindo seu papel e seu lugar social normalizado, denomina uma cultura, civilização e sociedade regidas e lideradas por mulheres, pelo saber feminino, em conexão com a natureza e com a grande Deusa.